Crítica de cinema, versão leiga.
- Juliana Gomide
- 21 de jan.
- 2 min de leitura
Atualizado: 26 de jan.
Uma metodologia duvidosa baseada em emoções, entretenimento e (às vezes) passar pano para filmes ruins.
Se tem uma coisa que eu amo é assistir filmes e analisá-los como se eu fosse uma crítica de cinema — mesmo sendo completamente leiga, obrigada.
Antes de qualquer coisa, este post não é exclusivo sobre os filmes que estão concorrendo ao Oscar (ainda não terminei a lista), mas como assisti muitos deles recentemente, alguns vão aparecer por aqui.
Dito isso, como vamos falar bastante sobre filmes por aqui, estas são as categorias de avaliação que existem na minha cabeça (e agora passam a existir oficialmente no blog):
Masterpieces
Não precisa de muita explicação: filmes que são obras-primas. Aqueles que te atravessam. Que entregam sentimentos, sensações, histórias bem amarradas, roteiro afiado. Podem ter um errinho aqui e ali, mas nada que apague o impacto do todo. São filmes que ficam.
Não é maravilhoso, mas é um bom entretenimento
Sou fã declarada dos filmes que não precisam ser conceituais nem ter o melhor roteiro da vida, mas me prendem do começo ao fim. Podem ter plots previsíveis (ou não), mas cumprem a missão principal: me divertir enquanto assisto.
Sentimentos ambíguos
Aquele tipo de filme que eu termino sem saber se eu amei ou odiei. Se achei genial ou só estranho mesmo. Ele existem num limbo entre "isso foi incrível!" e "o que foi isso que eu acabei de assistir?".
Filmes que eu vejo pra não pensar
Na maioria das vezes são filmes ruins — mas existe um conforto emocional ali. Então eu passo pano e ainda indico. Às vezes a gente só quer desligar o cérebro e existir por duas horas.
Nem perca seu tempo assistindo
Esse aqui dispensa explicação.
Com isso, vamos encaixar os filmes que eu vi recentemente nas categorias:
MASTERPIECES


UM BOM ENTRETENIMENTO


SENTIMENTOS AMBÍGUOS

PARA NÃO PENSAR

NÃO PERCA SEU TEMPO

Reforço: todas as análises vêm diretamente da minha cabeça.
É totalmente permitido discordar nos comentários — só sem briga, por favor. Cinema é subjetivo e essa é a graça.
xx, Jul.
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